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sábado, 30 de julho de 2011


Para Obter Efeito Desejado Pílula Deve ser Tomada No Mesmo Horário
Há 50 anos, a pílula anticoncepcional chegava ao mercado para provocar uma revolução sexual. Com ela, as mulheres se sentiram mais seguras para fazer sexo sem se preocupar com uma possível gravidez.
Mas, mesmo depois de tanto tempo, ainda surgem dúvidas sobre o uso correto desse contraceptivo, quais efeitos ele tem sobre o corpo, se há contraindicações e o que ocorre quando se esquece de tomá-lo.
Para responder a todas essas perguntas, e também falar sobre ciclo menstrual, pílula do dia seguinte e métodos alternativos, o Bem Estar desta terça-feira (26) convidou o ginecologista e consultor José Bento.
Pílula (Foto: Arte/G1)
Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 46% dos nascimentos no país não são planejados. E o que a pílula faz é “enganar” o funcionamento do corpo, simulando uma gravidez por meio de hormônios.
Caso a mulher não se adapte à pílula, pode escolher outros métodos. Porém, a tabelinha, o coito interrompido e a análise do muco cervical não são considerados seguros. Camisinha, dispositivo intrauterino (DIU), anticoncepcionais injetáveis ou adesivos podem ser opções.
José Bento disse que a pílula deve começar a ser tomada, pela primeira vez, no primeiro dia da menstruação, e já faz efeito a partir daí. Entre a população feminina geral, menos de 10% apresentam efeitos colaterais por causa do comprimido, que também evita endometriose, cistos e câncer no ovário, miomas e infecções genitais, além de melhorar a pele, o cabelo e o inchaço típico dessa fase. Já antibióticos, atidepressivos e remédios para convulsão podem prejudicar a absorção dos hormônios e diminuir o efeito do anticoncepcional.
De acordo com o especialista, o tipo injetável condensa uma cartela inteira em uma única ampola – e o conteúdo é liberado todo dia um pouco. Um problema dessa técnica pode ser uma maior irregularidade menstrual.
A pílula do dia seguinte, destacou José Bento, só deve ser usada em casos de emergência, como estupro e camisinha estourada. A recomendação é tomá-la até 72 horas após o ato sexual, e a proteção chega a 95%.

Ciclo menstrual
O ciclo da mulher é determinado por hormônios produzidos na glândula hipófise e nos ovários, que têm milhares de óvulos armazenados em folículos.
Nos primeiros dias, durante a menstruação, a hipófise libera o hormônio FSH, que estimula os folículos a crescerem e amadurecerem.
Um desses folículos se destaca e libera estrogênio, que induz a hipófise a secretar outro hormônio, o LH, responsável por liberar – lá pelo 14º dia – o óvulo, que começa a descer pela trompa em direção ao útero.
Após a ovulação, a progesterona faz com que o útero fique ainda mais espesso e aveludado, aguardando a chegada do óvulo, o que pode ocorrer próximo do vigésimo dia.
É nessa época que, se fecundado por um espermatozoide, o óvulo se fixa no útero. Caso isso não ocorra, desce a menstruação, resultado do revestimento do endométrio (mucosa da parede uterina).
Dicas para tomar a pílula corretamente- Tenha disciplina: ingira o comprimido todo dia no mesmo horário
- Coloque o celular para despertar
- Associe esse hábito a uma rotina, como tomar água ou abrir uma gaveta do guarda-roupa
- Tenha duas cartelas, uma em casa e outra na bolsa, para tomar sempre na mesma hora
É bom lembrar que esquecer o anticoncepcional um único dia já quebra todo o mecanismo de proteção contra a gravidez. Se você não lembrou num dia, tem até 12 horas para tomar. E, quanto maior o esquecimento, maior o risco.
Junto com a pílula, use sempre camisinha, que é a dupla proteção contra gravidez e doenças sexualmente transmissíveis (DST) recomendada pelo Ministério da Saúde. Sozinho, o comprimido não protege contra DSTs.
O homem também deve se preocupar com os métodos contraceptivos. Portanto, perguntar para a parceira se ela toma pílula não é risco de perdê-la, pelo contrário: é uma forma de valorizar a relação.
 
fonte:http://g1.globo.com/bemestar

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Milagre das Famosas para Voltar a Forma Depois do

Pós-Parto


Seis semanas depois de dar a luz, Gisele Bundchen recuperou a forma de antes da gravidez e voltou 
a fotografar. Para a top, o parto natural foi fundamental em sua recuperação. "Não fiquei sentada na cama. No segundo dia, eu estava caminhando, lavando a louça, fazendo panqueca", contou Gisele, em entrevista ao Fantástico.
  
O endocrinologista Luciano Negreiros, autor do livro "Emagrecimente", garante que dá para emagrecer com rapidez sem fazer loucuras. "Basta uma dieta balanceada, sem frituras e açúcar. A mulher precisa comer menos, mas com qualidade, sem esse mito de comer por dois", garante. Segundo o médico, mulheres que engordam de 9 a 12 quilos durante a gestação não costumam ter problemas para perder peso após o parto. "É importante consultar um médico ou nutricionista logo após dar a luz, sem perder tempo. A amamentação ajuda, mas sozinha não faz milagres", diz.

Veja o que algumas famosas fizeram para recuperar a forma depois da gravidez.  

Divulgação /Divulgação

Heidi Klum brilha no desfile da Victoris´s Secret pouco depois ter dar a luz

Heidi Klum

A modelo não conta quanto engordou na gravidez, mas a julgar pelas fotos, foi bem pouquinho. Klum era só barriga, os braços continuaram finos e o rosto, pouco antes do parto, não dava sinais de inchaço. Mas a boa forma não foi sem esforço. Ela segurou a onda durante a gravidez e manteve uma dieta com pouco carboidrato. Agora, ainda quer perder 9 kg (onde?) com a ajuda de um personal trainner.

  

  
Divulgação /Divulgação

Dieckmann mostra abdonem tanquinho depois da gravidez do seu segundo filho


A atriz chutou o balde durante a gravidez do seu segundo filho, José, e engordou quase 30 kg. Para voltar a forma, Carol pegou pesado na dieta. Sem remédios, admitiu que passou muita fome para compensar o chocolate, que não conseguia abrir mão." Mas nada que me deixasse indisposta", garantiu. Malhou e ainda investiu no Pilates, atividade que devolveu o abdomem tanquinho para a atriz e preparou a musculatura para interpretar uma surfista na novelas das 19h.


Camila Pitanga 

A atriz engordou 15kg durante a gestação de Antonia, mas garante que não precisou de muito esforço para recuperar a forma. Camila, que faz campanha incentivando a amamentação, diz que isso ajudou muito. Não se privou de nada e só voltou a pegar a pesado na corrida e malhação quando a filha deixou de mamar. Hoje, corre, malha e ainda faz hidroginástica.


Divulgação./Divulgação

Claudia Leite: trio elétrico no pós-parto

 Claudia Leite

A quarentena nem tinha terminado e Claudia já exibia um corpão. Menos de um mês depois de dar a luz ao seu primeiro filho - Davi -, a cantora arrasou mostrando uma barriguinha sarada no carnaval de Salvador. O segredo: amamentação. "É a dieta do Davi, ele mama e engorda, enquanto isso, eu seco", garantiu. Claudia engordou 11 quilos na gravidez e, uma semana depois do parto, já tinha começado a caminhar, com a ajuda de um personal trainner. "Sem forçar muito", jurou. Haja energia!

   
Reproduçao/Ag News

Dani Winits: mais magra depois de Noa

Danielle Winits

A atriz ficou ainda mais bonita depois do nascimento do seu primeiro filho, Noah. Para garantir a forma e perder os 11kg ganhos com a gravidez, Dani intensificou a malhação e se dedicou a Ashtanga, uma modalidade de ioga. Pouco menos de dois meses após o parto, a atriz já era fotografada com roupas de ginástica.






Apenas dois meses depois do parto do filho, Zion, Isabeli Fontana já estava trabalhando. A amamentação ajudou a top a recuperar a forma, mas para secar mesmo, ela cortou os carboidratos da dieta. O pilates, mantido durante a gestação, também ajudou a deixar tudo no lugar.


Divulgação /Divulgação

Fernanda Lima brilhou no Fashion Rio pouco depois do parto de gêmeos


Mãe de gêmeos, a apresentadora engordou quase 20kg. Menos de 2 meses depois, já tinha perdido 14kg. Vegetariana, a apresentadora manteve o cuidado com a alimentação e a prática de ioga durante os nove meses. Perder peso após o parto acabou sendo fácil para ela, que ficou ainda mais magra depois do nascimento dos filhos.





sexta-feira, 22 de julho de 2011


Causas e tratamentos da infertilidade

Com a capacidade de diagnosticar quase que todos os casos de infertilidade e solucionar a grande maioria deles, a medicina conta hoje com técnicas e equipamentos modernos, mas o tratamento, isto é, o resultado final em gravidez ainda é baseado em probabilidades. Seja através do funcionamento dos remédios ou pela fixação dos embriões no útero. Enfim, detectado o problema ainda existe o stress, ansiedade, expectativa e, muitas vezes, decepção. Um verdadeiro desgaste para o casal, que na maioria das vezes espera de forma ansiosa - a gravidez. O único jeito de minimizar o desgaste emocional é se informar sobre cada etapa do tratamento e suas chances reais de sucesso.

Existem várias causas de infertilidade, tanto na mulher como no homem. Normalmente as principais causas na mulher são: as alterações da ovulação, como a ausência de menstruação ou ciclo irregular; endometriose- doença que se caracteriza pela fixação do tecido que reveste o interior do útero em outras partes do corpo, além de sangramento durante o período menstrual. Outro problema se dá quando as aderências ou cicatrizes nas trompas e nos ovários (causadas por endometriose, doenças sexualmente transmissíveis ou abortos, por exemplo).

Outro fator muito comum é a obstrução das trompas causada por cirurgia - laqueadura, doenças sexualmente transmissíveis ou má formação do órgão. Além disso, podem acontecer ainda problemas com relação aos fatores imunológicos - anticorpos contra o esperma ou contra o próprio ovário - que prejudica o desenvolvimento dos folículos, como também, as doenças inflamatórias pélvicas, sexualmente transmissíveis como a gonorréia, sífilis, etc.

No caso dos homens, a infertilidade pode ser causada pela varicocele que são as varizes no saco escrotal, que prejudica a produção e a sobrevivência dos espermatozóides, como também pela falta dos canais deferentes - os espermatozóides não chegam até o esperma; pela obstrução dos epidídimos - parte dos testículos em que os espermatozóides são fabricados. Além disso, a infertilidade pode acontecer ainda pelas alterações dos espermatozóides - como baixa concentração no esperma, pouca mobilidade e formato anormal; por fatores Imunológicos-anticorpos contra o próprio espermatozóide e em conseqüência das doenças sexualmente transmissíveis - gonorréia, sífilis etc.

Fatores Psicológicos

Outro fator importante diz respeito as causas psicológicas da infertilidade. Segundo especialistas no assunto, cerca de 5% dos casos não se enquadra em nenhuma das causas físicas do problema. Isto é, a dificuldade em engravidar pode estar ligada ao lado emocional e deve ser tratada com um analista. Como a maternidade é uma exigência social: o filho é uma satisfação que se dá aos outros. É uma exigência para tornar a mulher normal imposta por nossa relação com a sociedade.

A infertilidade psicológica na mulher pode vir de conflitos familiares, da rivalidade ou de problemas mal resolvidos com os pais, conflitos, o medo do corpo e a hipocondria - a obsessão com a própria saúde. Normalmente, os distúrbios psicológicos podem levar à falta de ovulação na mulher e à menor produção de espermatozóides no homem, além do receio da geração de um filho anormal .

Recursos

Há basicamente quatro métodos de fertilização assistida – sua aplicação depende do tipo de problema de cada casal. Os preços variam caso a caso, dependendo da medicação aplicada, do tempo e modo como os pacientes respondem às drogas, de tratamentos paralelos e outros fatores.

A inseminação artificial é o método mais simples da fertilização assistida. O primeiro passo é detectar, por ultra-sonografia, o momento da ovulação (natural ou induzida por hormônios). Logo após, o esperma é recolhido por masturbação e os espermatozóides móveis e com formato normal são selecionados e introduzidos na trompa por meio de um cateter.

Outro método é o ICSI - injeção intracitoplasmática de esperma. Nessa técnica, o ovário é estimulado por hormônios e os óvulos retirados. O esperma é colhido por masturbação e são escolhidos os espermatozóides mais saudáveis. Cada óvulo recebe apenas um espermatozóide, injetado com uma agulha muito fina. Formados os embriões, eles são colocados no útero.

Uma outra opção é a transferência intrafalopiana de gameta - GIFT Por esse método, retira-se o óvulo depois da estimulação com hormônios, e o espermatozóide é coletado por masturbação. Ambos são colocados no interior da trompa - é lá que ocorrerá a fecundação, imitando a natureza. Esse método requer uma pequena cirurgia - uma laparoscopia para observar a colocação do óvulo na trompa.

Na fertilização em vitro, os óvulos são recolhidos depois da ovulação se estimulada por remédios. No laboratório, o óvulo e espermatozóides são colocados juntos, para que ocorra a fertilização. Após a formação do embrião, ele é colocado no útero.

No caso dos homens, com as técnicas atuais, até aqueles que não produzem espermatozóides podem ser pais. Para isso, o médico coleta as espermátides, células que transformarão em espermatozóides, e com elas fertiliza o óvulo. A mesma técnica pode ser usada em homens vasectomizados ou paraplégicos. Em ambas situações, é possível colher espermatozóides já formados. Já para os homens com diabetes que tem ejaculação retrógrada, isto é, os espermatozóides, em vez de expelidos, são depositados na bexiga - também é possível coletar os gametas nesse órgão.

Os especialistas em todo o mundo sempre estão promovendo e desenvolvendo de estudos e novas técnicas que dão esperança para mulheres que já passaram por vários tratamentos de fertilização sem sucesso. Para algumas delas, o problema pode estar na qualidade dos óvulos, que perdem a capacidade de fecundação com o tempo.

A primeira técnica que já gerou sete bebês no mundo, mas ainda não está disponível comercialmente: o óvulo tem 10% de seu citoplasma -geléia encontrada no interior das células substituído por citoplasma de um óvulo mais jovem, de outra mulher - assim, teria mais chance de fertilização.

A segunda técnica, a transferência nuclear, é semelhante à clonagem da ovelha Dolly - já deu certo em laboratório com répteis, mas está sendo aperfeiçoada para mamíferos. A idéia é pegar o núcleo - onde está o código genético - de um óvulo cansado e introduzí-lo em um óvulo jovem cujo núcleo também foi retirado.

Orientação

As mulheres normalmente vão ao ginecologista pela primeira vez na adolescência e, a partir daí, tornam as visitas ao médico periódicas - qualquer problema pode ser diagnosticado e tratado desde cedo. Mas os homens só visitam o urologista quando têm algum problema. Se visitar o médico fosse um dos hábitos masculino, exames poderiam detectar, ainda na adolescência, possíveis causas de infertilidade, como falta do canal que conduz o esperma, ou seqüelas deixadas por doenças da infância, como caxumba. Assim, os casais já começariam uma vida nova já sabendo realmente se teriam ou não problemas de fertilidade.

Outra alerta importante para o casal é com relação às clínicas de reprodução assistida que na grande maioria das vezes contrasta com um cenário pouco divulgado, reflexo da ausência de uma política de saúde pública para a área de infertilidade na maioria dos países.

Os casais também precisam estar em alerta sobre as promessas exageradas de sucesso. Os índices das técnicas de fertilização alcançam resultados que podem variar de 5% a 40%, além disso, é preciso que os interessados precisem saber sobre os riscos que envolvem este tipo de tratamento. Assim a procura por profissionais e serviços médicos de competência é fundamental.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Violência Contra a Mulher

Em pleno século XXI  após anos de submissão e humilhação, mulheres sofrem por serem agredidas poe seus companheiros.Muitos se perguntam porque essas mulheres se sujeitam a continuar nesta vida de agressões físicas e psicológicas e não dão queixa ou abandonam seus parceiros.
Medo das ameaças?Proteção das autoridades esta escassa? Doença mental crônica dos parceiro,qual o motivo pelo qual elas não abandonam essa vida?
Precisamos de mais proteção contra esses covardes,ingratos e insensíveis.Muitos deles afirmam agredir suas esposas por legítima defesa e dizem ser inocentes,outros culpam as drogas de serem o principal motivo,alguns dizem serem agredidos por seus pais quando crianças e uma certa revolta os fazem descontar em suas parceiras.
Pode ser algumas dessas "DESCULPAS" a resposta para o índice mostrado hoje?
A projeção da taxa de espancamento (11%) para o universo investigado (61,5milhões) indica pelo menos 6,8 milhões,dentre as brasileiras vivas,já foram espancadas ao menos uma vez.No mínimo são 2,1 milhões de mulheres espancadas por ano,ou seja uma em cada 15 segundos.
Não podemos aceitar esses índices,as autoridades precisam proteger nós mulheres de alguma forma.
Não vamos nos calar diante de tremenda covardia.




sexta-feira, 8 de julho de 2011

Mulher e o Câncer de Mama

Assistindo ao Jornal Nacional pude observar o quanto mulheres que não possuem planos de saúde sofrem quando se trata de conseguir uma consulta ou exame.
É ma vergonha para o Brasil a quantidade  de mulheres que perdem suas mamas ou vidas por conta de um diagnostico tardio de câncer de mama,e isso por culpa do SUS(Sistema Único de Saúde).
Foi comprovado que 60%das mulheres quando descobrem a doença já estão no 3° ou 4 ° grau da doença.
Vocês sabiam  que:para cada milímetro que o tumor cresce é 1% a menos de chance de cura que a paciente perde?Isso mesmo.Imagina descobrir a doença quando ela já está bem avançada quantos milímetros o tumor ja deve estar evoluído.
Nós mulheres precisamos nos unir cada vez mais para termos mais condições de saúdes nos postos e hospitais públicos.
Pessoas saem de madrugada de suas casas para conseguirem uma vaga para consultar e mesmo assim muitas vezes não conseguem e ficam meses ou até anos na fila de espera.
É uma vergonha a saúde no Brasil brasileiras morrendo por falta de  vagas e atendimento médico.Vamos nos unir para que diminua o índice de mulheres mortas por essa doença horrível.
A chance de cura é de 95% quando diagnosticado precocemente então vamos lutar para conseguirmos atendimento gratuito mais cedo e não aos 50 anos quando já pode estar bem avançado.

Principais Sintomas

  • Presença de caroço ou endurecimento da mama ou da axila;
  • Presença de nódulo ou caroço,acompanhado ou não de dor mamária;
  • Modificação do formato ou tamanho da mama;
  • Mancha de sangue ou líquido transparente escorrendo do mamilo;
  • Mudança na sensibilidade ou aparência da pele da mama ou do mamilo(covinhas,escamas e inflamação);
  • Vermelhidão da pele da mama ou do mamilo;
  • Área com sensibilidade  ou aparência diferente do resto da mama;
  • Desvio do mamilo;
  • Alteração da aréola.
  • Atenção,a presença de nódulos não significa necessariamente ocorrência de tumor cancerígeno.
  • Os nódulos podem ser benignos e só o médico pode identificá-los corretamente.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Fazer as Unhas Sem Se Cortar

Esse vídeo vai lhe ajudar muito na hora de deixar suas mãos lindas.
Essa dica eu aprovo!!!

Minhas Unhas Como Fazê-las??

Olá Amigas!

 Hoje mostrar pra vocês sobre nossas queridas e delicadas unhas. Qual mulher não sonha em ter suas unhas fortes e lindas?
Vou mostrar algumas dicas que ajudarão a todas vocês.
 O que mais nos preocupam são as cutículas, nossa e como nos preocupa aqueles chamados por nós de “courinhos”.
 Se algumas não tem tempo de marcar uma hora no salão ou chamar uma profissional para ir até a sua residência precisa infelizmente fazer o trabalho sozinha. Neste momento tenho certeza de que muitas de vocês estão se perguntando: como?
 Depois de muito tempo tendo que me virar e fazer minhas unhas sozinhas encontrei um jeito de tirar minha cutícula sem me ferir. E era o que mais acontecia. RS

1° passo: Separe todo o material que vai utilizar: espátula, alicate, lixa, creme para amolecer as cutículas, acetona, pauzinho de laranjeira, algodão, toalhinha, o esmalte que vai usar ,base  e óleo ou spray secante . Deixe tudo ao seu alcance para não se atrapalhar e principalmente faça em um ambiente sozinha para não se distrair.
É muito mais fácil nos machucarmos se não estivermos prestando a devida atenção no que estivermos fazendo.

2°passo: Passe o creme e coloque sobre as unhas pedaços de algodões umedecidos para que suas cutículas amoleçam mais rápidas e ao mesmo tempo sejam hidratadas.

3°passo: Com a espátula empurre delicadamente a cutícula.

4°passo: Utilize o alicate para removê-las mais nunca as tire por completo, pois poderá deixa-las mais propicias  a serem contaminadas .

5°passo: Para deixar a superfície das unhas uniforme, sem aquelas ondulações ou descamações, passar um pouco de óleo secante ou óleo de cravo (que fortalece, lubrifica e tem efeito fungicida) nas unhas - após 
a retirada do excesso de cutícula - e passar, levemente, a parte mais fina da lixa sobre as unhas.

6°passo: Antes do esmalte é bom caprichar na base e passá-la em torno das unhas. Passe a base uns dois milímetros no dedo. Isso facilita na remoção do excesso de esmalte.

 Na hora de pintar as unhas, o ideal é dar duas demãos bem finas - esmalte suficiente no pincel para cobrir toda a unha - para ter um acabamento melhor, mais bonito e conseguir obter a cor exata do esmalte.
Quando for retirar o esmalte, em especial cores escuras, para evitar que os dedos e unhas fiquem manchados, recomenda-se passar um pouco de óleo secante antes do removedor de esmaltes.
 A tendência para suas unhas ficarem lindas é a Unha Inglesinha, ela imita a francesinha tradicional porém vem com tudo ousando das combinações variadas de esmaltes.