
Além de todos os cuidados relacionados ao pré-natal e à alimentação equilibrada, é essencial que gestantes atentem para hábitos saudáveis ligados à dermatologia. Neste período, com a queda da temperatura, é imprescindível que seja redobrada a atenção com a pele, tendo em vista não apenas aspectos estéticos, mas, principalmente, os que visam proteção à saúde e prevenção.
O aparecimento de manchas escuras e de estrias compõe a lista dos principais problemas dermatológicos que podem acometer as futuras mamães. As manchas são causadas pela soma de alterações hormonais da gravidez com a exposição ao sol. Nesse caso, a prevenção é essencial, uma vez que o problema pode não desaparecer após o parto. Já as estrias, mais comuns na região abdominal, nos seios e nos quadris, surgem pela associação de aumento de peso maior que o esperado aos fatores hormonais já mencionados.
1 – Mesmo durante o inverno, o uso diário do protetor solar é imprescindível. Deve-se optar pelo fator 30, no mínimo. Em casos de exposição prolongada ao sol, a reaplicação deve ser feita a cada duas horas. A exposição a lâmpadas fluorescentes deve merecer a mesma atenção, ou seja, a aplicação de filtro solar também se faz necessária nesse caso.
2 – É ideal que se evite a exposição ao sol no período entre 10 e 16hs. Vale ressaltar a importância do uso deóculos escuros e de chapéus para reforçar a proteção da pele facial.
3 – Substâncias como ácido retinóico, ácido glicóico, hidroquinona, entre outros, podem auxiliar no tratamento às possíveis manchas escuras, mas apenas no período pós-parto.
4 – No combate às estrias, nada mais recomendado do que uma hidratação intensa – também importante durante épocas mais frias. Hidratantes devem ser utilizados duas vezes ao dia – uma delas após o banho – e podem ser aliados aos cremes com óleo de amêndoa ou de semente de uva, por exemplo. Não há ninguém melhor que o dermatologista para recomendar os produtos adequados a cada paciente, tendo em vista os diferentes tipos de pele.
Quanto as doenças, no inverno os cuidados devem ser triplicados ambientes fechados, aglomerações de pessoas, frio, poluição e ar seco. No inverno, muitos fatores podem desencadear doenças como resfriados e gripes em qualquer mortal. Nas grávidas, então...É quase impossível, mas as gestantes devem evitar ao máximo ambientes fechados e se proteger contra as doenças de inverno, evitando o contato com pessoas doentes, inclusive em casa. Isso porque as grávidas demoram mais para se recuperar de um resfriado ou uma gripe, já que os hormônios e todo o sistema imunológico das futuras mamães funcionam de maneira diferente nesse período.
Se a indisposição bater, a coriza começar ou a garganta arranhar, fale imediatamente com seu médico. Existem vários medicamentos que não devem ser tomados durante a gestação, então vale reforçar que nenhum remédio pode ser ingerido por conta própria. A recomendação, nesses casos, é que qualquer sintoma de resfriado e, principalmente, de febre, seja relatado ao médico para que não evolua para infecções mais sérias.
A rubéola, por exemplo, é um dos males que devem ser evitados pela gestante. É uma doença transmissível, provocada pelo vírus rubivirus, que não causa grandes transtornos para a grávida, mas que pode causar má formação no feto, como a surdez, se a contaminação ocorrer no primeiro trimestre da gestação. A doença é transmitida pela inalação de gotículas de secreção nasal de pessoas contaminadas. Após o contágio leva-se cerca de 18 dias até o primeiro sintoma aparecer. Em geral começa como uma gripe comum, que dura de 7 a 10 dias. Há febre, dores nos músculos, na cabeça, o nariz escorre e surgem ate ínguas e manchas na pele - que duram 3 dias e desaparecem sem deixar sequelas.
Por isso, antes de engravidar, é importante tomar a vacina MMR, que há mais de quinze anos consta no Calendário de Vacinação, ou fazer o exame apropriado para se certificar que o corpo está imune.
Todo cuidado é pouco, mas não há razão para desespero: mais de 90% das mulheres adultas já tiveram contato com a doença, mantendo a imunidade para o resto da vida. As que têm menos de 20 anos e cumpriram o calendário completo de vacinação não precisam se preocupar.
Outra doença perigosa para as grávidas é a toxoplasmose, causada pelo protozoário toxoplasma gondii e tem tratamento à base de antibióticos. A doença também oferece risco para o bebê: pode provocar má formação - leve ou grave -, dependendo da época da gestação em que ocorre a infecção.
Quem nunca teve toxoplasmose precisa evitar ao máximo o contato com gatos - os felinos e suas fezes são o reservatório natural do microorganismo -, além de não ingerir carnes mal passadas, ovos crus e maioneses. Um exame no começo da gravidez determina a imunidade da mulher. Caso não exista resistência, o exame é repetido para permitir o diagnóstico antes do nascimento do nenê.
Fonte: "A Saúde dos Nossos Filhos" (Ed. PubliFolha), escrito pelos médicos do Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein
http://www.portaldasexualidade.com.brhttp://www.unifesp.br/dgineco/planfamiliarhttp://portal.saude.gov.br/saudehttp://boasaude.uol.com.br
Se a indisposição bater, a coriza começar ou a garganta arranhar, fale imediatamente com seu médico. Existem vários medicamentos que não devem ser tomados durante a gestação, então vale reforçar que nenhum remédio pode ser ingerido por conta própria. A recomendação, nesses casos, é que qualquer sintoma de resfriado e, principalmente, de febre, seja relatado ao médico para que não evolua para infecções mais sérias.
A rubéola, por exemplo, é um dos males que devem ser evitados pela gestante. É uma doença transmissível, provocada pelo vírus rubivirus, que não causa grandes transtornos para a grávida, mas que pode causar má formação no feto, como a surdez, se a contaminação ocorrer no primeiro trimestre da gestação. A doença é transmitida pela inalação de gotículas de secreção nasal de pessoas contaminadas. Após o contágio leva-se cerca de 18 dias até o primeiro sintoma aparecer. Em geral começa como uma gripe comum, que dura de 7 a 10 dias. Há febre, dores nos músculos, na cabeça, o nariz escorre e surgem ate ínguas e manchas na pele - que duram 3 dias e desaparecem sem deixar sequelas.
Por isso, antes de engravidar, é importante tomar a vacina MMR, que há mais de quinze anos consta no Calendário de Vacinação, ou fazer o exame apropriado para se certificar que o corpo está imune.
Todo cuidado é pouco, mas não há razão para desespero: mais de 90% das mulheres adultas já tiveram contato com a doença, mantendo a imunidade para o resto da vida. As que têm menos de 20 anos e cumpriram o calendário completo de vacinação não precisam se preocupar.
Outra doença perigosa para as grávidas é a toxoplasmose, causada pelo protozoário toxoplasma gondii e tem tratamento à base de antibióticos. A doença também oferece risco para o bebê: pode provocar má formação - leve ou grave -, dependendo da época da gestação em que ocorre a infecção.
Quem nunca teve toxoplasmose precisa evitar ao máximo o contato com gatos - os felinos e suas fezes são o reservatório natural do microorganismo -, além de não ingerir carnes mal passadas, ovos crus e maioneses. Um exame no começo da gravidez determina a imunidade da mulher. Caso não exista resistência, o exame é repetido para permitir o diagnóstico antes do nascimento do nenê.
Fonte: "A Saúde dos Nossos Filhos" (Ed. PubliFolha), escrito pelos médicos do Departamento de Pediatria do Hospital Israelita Albert Einstein
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A fecundação (fertilização ou concepção) ocorre com a fusão ou encontro dos gametas feminino (óvulo) e masculino (espermatozóide), acarretando na constituição de uma nova célula, o ovo ou zigoto, que carrega características da mãe (óvulo) e do pai (espermatozóide).











O FETO



